
Já não tenho nome...
Já não escrevo...
A tinta secou-me o amor...
E as lágrimas...são
Avalanches de dor.
Já não tenho forças...
Já não tenho vida...
...tenho( -te) o segundo maior tesouro
Depois da palavra Mãe...
AMOR...!!!!
Já não respira!
O frio...corta-me o sentir...
A palavra é inválida...
A atitude inglória!
No escuro céu da esperança
Vejo estrelas cadentes sem rumo
E o Sol queima a seara da felicidade!
Hoje, o rio secou...
E ao pó da interrogação amorfa
Voltei!?
Até já...no fado da vida...
Nunca um Adeus...Sempre um Amor!
Sempre uma flor!