
Como esta espuma branca...
Deixa a alva manhã nascer...
Afasta os sargaços ...repele-os
Grita-lhes...
E deixa o mar acontecer...
Neste amar de um TODO.
Felizmente...hoje...as lágrimas
Não secaram...
O coração frágil escreveu
Como sempre...AMO-TE
Em tons mais fortes...
Do que a maresia "ciano"...
É apelo, é dor...é amor...
Os lábios colaram-se
A alma uniu-se...
E uma flor fingida
Policromia ibérica...párvoa
Zelou pela nuvem nefasta...
De um dia com sol...
Mas amor...não esqueças
No mesmo local agora medo
Far-se-á justiça repelente
Quero ouvir-te gritar
Quero-te louca ver declamar
Que amor não cede
Ao erróneo acontecido
Porque há vida
Para amar!
Até já...
Estarei sempre ao pé de ti...
com amor...